Física Moderna

Inventada por Charles Thomson Rees Wilson (1869-1959). É constituído por uma simples caixa que tem o interior forrado a preto e que apresenta uma abertura num dos lados. Na caixa introduz-se ar e algumas gotas de um líquido muito volátil, por exemplo etanol. Deste modo, forma-se no interior da câmara uma atmosfera saturada de vapor, vapor que é arrefecido rapidamente por uma expansão adiabética ficando supersaturado. O excesso de humidade é de seguida depositado em gotas sobre os iões da radiação ionizante, sendo possível fotografar a linha que une as gotículas ionizadas. Este dispositivo é um detector da trajectória dos iões de uma radiação ionizante.

São tubos hermeticamente fechado, em vidro, de formas variadas e que contém diferentes tipos de gases. Nas suas extremidades possuem terminais metálicos fundidos chamados de electrodos; os positivos (ânodos) e os negativos (catodos). Os raios que se formam no interior destes tubos, são feixes de electrões que se movimentam em direcção do ânodo. A diferença de potencial entre as suas duas extremidades leva a que os electrões colidam com as moléculas do gás encerrado, ionizando as moléculas produzindo assim a emissão d eluz. Estes tubos de raios catódicos são utilizados em televisores, em letreiros publicitários e em microscópios electrónicos.

Instrumento construido por Geiger-Muller, em 1911. É constituído por um tubo chamado de Geiger-Muller que tem associado um sistema de amplificação e de registro do sinal luminoso. Este aparelho tem larga aplicação em medicina, pois permite medir certas radiações ionizantes (partícula alfa, beta, ou radiação gama). A sua utilização permite a medição das doses de radiação contaminantes e perigosas para a vida dos seres vivos.

Este instrumento foi inventado pelo químico Sir William Crookes, em 1873. É utilizado para medir a intensidade de luz de uma fonte. Trata-se de um bolbo que contém no seu interior uma haste com uma ponta muito fina. Esta haste contém na sua extremidade inferior quatro palhetas muito finas pintadas em branco num dos lados e em preto no outro. Na presença de uma radiação, o conjunto das quatro palhetas gira indicando, qualitativamente, a intensidade da radiação que vai ao seu encontro.

Inventado por Wilhelm Conrad Rontgen em 8 de Novembro de 1895. É um tubo de vidro, dentro do qual um condutor metálico aquecido emite electrões (chamados de raios catódicos) em direcção a um outro condutor. O condutor exterior, por exemplo do platinocianeto de bário, irá brilhar, consequência da radiação (raios-x) que passa por todos os sólidos contido no interior do tubo e também pelo próprio o vidro do tubo. Este tipo de radiação é actualmente usado nas radiografias, etc.