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Tipo de lâmpada eléctrica de filamento alimentada a petróleo ou a óleo que foi inventada pelo francês Bertrand – Guillaume Carcel, por volta de 1800.
Faz parte da sua constituição, um sistema de sucção do petróleo ou óleo por intermédio de uma bomba accionada por uma chave de um motor de relógio, o que permite a alimentação constante do pavio.
Além do pavio apresenta um queimador cilíndrico e uma câmpanula em vidro para proteger a chama.
Tem a particularidade de apresentar uma iluminação constante de 10 horas e a meia luz. O consumo de óleo é de 42g por hora, ou seja, gasta entre 50 e 80 l de óleo por hora e a iluminação que dá é de aproximadamente de 9615 velas.

Consiste num um pequeno balão de vidro onde se faz o vácuo ou se introduz um gás inerte e que contêm no seu interior um fio delgado condutor – o filamento que é percorrido por uma corrente eléctrica proveniente de um gerador eléctrico; o filamento depois de aquecido, torna-se incandescente e começa a emitir luz de tom amarelo dourado.

Tipo de lâmpada inventada por Hefner- Alteneck, em 1884.
Além de ter a forma indicada na foto é feita de aço pintado em preto, resistente ao calor e à toxidade, utilizando como combustível o acetato de amilo - um solvente altamente inflamável e tóxico.
Com este tipo de lâmpada obtêm-se uma chama com um elevado poder calorífico.

Instrumento inventado por Georges Claude, em 1915. Este tipo de lâmpada de vidro tem dois eléctrodos metálicos nas extremidades e contém no interior gás néon. Quando se aplica uma tensão elevada aos eléctrodos, o gás néon é ionizado; os seus átomos são excitados e, em consequência, haverá emissão de luz. O gás néon ionizado emite luz de cor vermelha.

Instrumento inventado por Peter C. Hewitt, em 1901. Este tipo de lâmpada utiliza o princípio da descarga eléctrica sobre vapor de mercúrio, o qual após se vaporizar é um meio condutor favorável. Entre os eléctrodos principais forma-se um arco de energia luminosa, consequência da descarga eléctrica e da vaporização do mercúrio que se encontra sob pressão. Esta lâmpada é utilizada em larga escala na iluminação de ruas, jardins públicos, postos de gasolina, campos de futebol e em outros lugares.

É um recipiente em latão com a forma indicada na foto.
Apresenta um pavio de corda que tem como função absorver totalmente o combustível (o álcool) que está no interior do recipiente, de forma a este poder ser inflamado na extremidade do pavio por um fósforo. O recipiente interior é feito de um material poroso e não inflamável.
Relativamente às lamparinas a gasolina, esta produz após combustão uma fuligem pouco intensa e uma chama amarelada. Destina-se a iluminar locais de pequena área.

Dispositivo que data do século XVIII, em metal e cuja estrutura tem a forma hexagonal. No interior contêm óleo e uma mecha em aldodão – a torcida e, na parte exterior, uma lente em vidro que funciona como uma chapa protectora da combustão interna, do vento e da reflexão da luz. Lateralmente apresenta uma armação (duas asas) que facilita o seu transporte.

Instrumento inventado em 1645 pela astrónomo e matemático holandês Christiann e pelo jesuíta belga Athanasius Kirchev seculo XVIII. É constituída por uma caixa de latão que tem uma chaminé que permite a saída de fumo produzido por uma vela ou por uma lamparina que se encontra no interior da mesma.A caixa na parte da frente tem uma janela onde está inserida uma lente convergente; esta permite obter uma imagem direita e ampliada de um objecto a projectar num alvo.As imagens a projectar colocam – se num suporte próximo da lente. Na zona traseira da caixa existe uma porta onde está inserida um espelho côncavo reflector, cuja funçãop é o aumento da luminosidade da vela ou lamparina que se encontra no interior. Destina–se não só a estudar o efeito conjugado de espelhos e de lentes tendo por base as leis da reflexão e refracção da luz como também a ampliar imagens de pequenos objectos.

Dispositivo simples e em ferro.
É constituído por uma pista composta por três trechos com gola: uma rampa descendente, uma curva de 360º na vertical e uma rampa ascendente e por uma esfera leve e de pequeno diâmetro.
Utilizado não só para observar em que condições uma esfera abandonada do topo de uma rampa descendente consegue realizar uma volta completa, ou seja, descrever o looping como para estudar o lançamento oblíquo da esfera e a conservação da sua energia mecânica no trecho final da trajectória.